Projetos Agrícolas - PMA

FMT em Campo

INOVAÇÃO - Fundação MT apresenta Centro de Aprendizagem e Difusão
Edição 43, março/abril 2013
A adubação fosfatada no sulco de plantio ameniza a intensidade dos sintomas de deficiência de manganês
Edição 42, novembro/dezembro 2012
Perspectivas futuras para manejo da ferrugem da soja
Edição 41, julho/agosto 2012
Safra 2011/2012: Ferrugem asiática causou prejuízos em lavouras de MT
Edição 40, maio/junho 2012
Entrevista: Manejo de Adubação em Sistemas de Produção
Edição 39, março/abril 2012
 
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PESQUISA EM MANEJO E ADUBAÇÃO DE SISTEMA DE PRODUÇÃO

A pesquisa aplicada do PMA atua na busca de inovações tecnológicas em Sistemas de Produção Agrícola. Enfatiza práticas agronômicas como rotação de culturas e manejo da fertilidade do solo. O objetivo é gerar informações que possam auxiliar no processo de produção de grãos e fibras na região do cerrado de maneira eficaz. sustentável, econômica e ambientalmente correta.

ESTAÇÕES EXPERIMENTAIS

O PMA coduz projetos de pesquiza na Região do Itiquira, Pedra Preta, Primavera do Leste, Rondonópolis, Sapezal e Sorriso. Parte desses projetos são custeados com recursos próprios da Fundação MT fundamental para trabalhos de pesquisa em Sistema de Produção e adubação.

Hoje, há trabalhos que estão em seu décimo ano de produção.

Das diversas pesquisas realizadas pelo PMA em parceria com produtores de todo o Estado, podemos citar:

  1. Pedra Preta/MT: condução de experimentos objetivando avaliar o efeito residual da adubação corretiva e o efeito da aplicação anual de fósforo no sulco de semeadura sobre a produtividade do algodoeiro para cada nível de fertilidade criado com as adubações corretivas e; impacto da aplicação de calcário e de potássio na produtividade da soja e fertilidade do solo.
  2. Primavera do Leste/MT: condução de experimento objetivando avaliar a correção da estratificação química do perfil do solo, via aplicação de gesso agrícola ou calcário dolomítico e incorporação na camada de 0 a 20 cm de solo e seu efeito na produtividade da cultura da soja.
  3. Sapezal/MT: condução de experimentos objetivando a avaliação de doses de gesso agrícola sobre as características químicas do solo e desenvolvimento do sistema radicular e produtivo da soja, milho e algodão; fontes de enxofre para a cultura da soja; impacto da aplicação de calcário e de potássio na fertilidade do solo e produtividade da soja; rotação de culturas e modo de introdução de nitrogênio no sistema de produção; modos, épocas, fontes e doses de aplicação de nitrogênio no milho safrinha em sistema plantio direto; além de testes de eficiência agronômica de fertilizantes/bioestimulantes.
  4. Sorriso/MT: condução de experimentos para levantamento de informações sobre a anomalia chamada "Soja Louca II" e possível manejo de controle.

Das estações experimentais, destacam-se:

  1. Estação Experimental Cachoeira (Figura 1): são 68,5 ha destinados a instalação de experimentos em solo considerado de alta fertilidade. Experimentos relevantes envolvendo: estudo do efeito residual da adubação potássica e fosfatada na cultura da soja; estudo da aplicação de gesso agrícola sobre o desenvolvimento radicular e a produtividade das culturas de algodão, soja e milho; estudo da produção de grãos e fibras com rotação de culturas em sistema plantio direto; avaliação da calagem superficial em sistema plantio direto sob rotação de culturas para produção de grãos e fibra; e avaliação de sistemas que possam contribuir para a elevação da produtividade de milho. Testes de eficiência agronômica de fertilizantes/bioestimulantes e vários outros estudos são conduzidos anualmente.

  2. Figura 1. Estação Experimental Cachoeira, Itiquira/MT (junho de 2011).

  3. Estação Experimental Santa Maria: são 20,0 ha destinados a instalação de experimentos em solo considerado de baixa fertilidade. Nela estão instalados experimentos objetivando a avaliação do efeito da aplicação de fósforo a lanço em longo prazo em função da correção do perfil de solo; a identificação de doses e modos de incorporação do calcário aliado a sistemas de rotação de culturas em sistema de plantio direto; avaliação de micronutrientes aplicados no solo e na folha; estudo da adubação comnitrogênio, fósforo e potássio em algodão sob cultivo adensado; testes de eficiência agronômica de fertilizantes/bioestimulantes e vários outros estudos.

Anualmente, são testados em torno de 500 tratamentos, num total aproximado de 3.000 parcelas experimentais.

CULTURAS PESQUISADAS

São pesquisadas culturas consideradas "chaves" para a região Centro Oeste do País, como a soja, o milho e o algodão. Culturas para a cobertura do solo como milheto, crotalária, braquiária, feijão-guandú, mucuna, capim-sudão e outras, são pesquisadas quanto à sua contribuição agronômica para o sistema de produção, alterações promovidas nas características físicas, químicas e biológicas do solo.

PARCERIAS

Parcerias da Fundação MT com instituições como EMBRAPA (Rede FertBrasil), ESALQ, IPNI (Projeto Milho Global), UEPG e UFLA (Rede AgroMetais) têm sido fundamentais no desenvolvimento, geração e recomendação de novas tecnologias para o agronegócio.

QUALIDADE DOS RESULTADOS

Todas as etapas de execução dos experimentos são acompanhadas por uma equipe de profissionais extremamente capacitadana área agronômica, proporcionando segurança, confiabilidade e qualidade na emissão e divulgação dos resultados.



CONTATO

Claudinei Kappes
claudineikappes@fundacaomt.com.br