Projetos Agrícolas - PMA

FMT em Campo

INOVAÇÃO - Fundação MT apresenta Centro de Aprendizagem e Difusão
Edição 43, março/abril 2013
A adubação fosfatada no sulco de plantio ameniza a intensidade dos sintomas de deficiência de manganês
Edição 42, novembro/dezembro 2012
Perspectivas futuras para manejo da ferrugem da soja
Edição 41, julho/agosto 2012
Safra 2011/2012: Ferrugem asiática causou prejuízos em lavouras de MT
Edição 40, maio/junho 2012
Entrevista: Manejo de Adubação em Sistemas de Produção
Edição 39, março/abril 2012
 
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A História do PMA - Um "case" de comprometimento inédito

O mundo vive a um bom tempo a era da globalização. E a Fundação MT, sempre conectada com as necessidades do meio agrícola do Estado do Mato Grosso, busca interagir com os produtores e profissionais da área técnica. Entre vários exemplos foi à criação do Programa de Monitoramento de Adubação – PMA em 1997.

A Fundação MT visualizou a carência de informações técnicas sobre o manejo da correção e adubação das áreas agrícolas do Estado, fundamentadas em pesquisa aplicada realizada nas condições do cerrado do Mato Grosso. Este fato colocava os produtores em exposição a posicionamentos técnicos e produtos chamados "inovadores", baseados em linhas de pensamentos individuais de profissionais ou de empresas. Daí a origem do Programa de Monitoramento de Adubação – PMA.

Desde o início houve participação fundamental de produtores agrícolas e empresas como a Manah, a Bunge Fertilizantes, a Galvani, a Nutriplant e a Adubos Trevo, e outras, sem perder em momento algum a imparcialidade, marca do PMA. Mas como gerar um programa de pesquisa em manejo da adubação, comprometido em dar posicionamentos atuais, rápidos e confiáveis ao meio agrícola, dentro de uma empresa privada, disponibilizando todos os resultados a comunidade agrícola?

Originou-se o projeto de validação de pesquisa da Fundação MT junto a lavouras comerciais: a pesquisa se aproxima do campo e o campo se aproxima da pesquisa. Todo recurso arrecadado com este projeto de validação de pesquisa é investido em pesquisa.

Desde 1997 o PMA desenvolve trabalhos de pesquisa independentes sendo alguns com 10 anos de condução servindo de referência para o setor produtivo. Estes trabalhos independentes são aqueles que dificilmente o segmento de fertilizantes iria participar. Não há como conduzir trabalhos de pesquisa de longa duração, fundamental para a confiabilidade dos resultados, acreditando em recursos vindos de empresas ou de fundos de apoio à pesquisa. Na pesquisa em manejo do solo a avaliação ao longo do tempo é o principal componente quanto à confiabilidade dos resultados. A interrupção de trabalhos de pesquisa de longa duração pode ter conseqüências e custos irrecuperáveis.

Mas o PMA também interage com o segmento de fertilizantes avaliando produtos e tecnologias que são oferecidos ao meio agrícola. Hoje, após 15 anos de existência, é possível afirmar que o PMA avaliou praticamente todas as tecnologias que estão sendo oferecidas pelas empresas de fertilizantes. Estes trabalhos também ajudam a manter os projetos de pesquisa independentes.

O PMA também sempre teve o apoio da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (AMPA), através do antigo Fundo de Apoio à Cultura do Algodão (FACUAL), e agora do Instituto Mato-grossensse do Algodão (IMA). Onde parte das despesas dos trabalhos de pesquisa com a cultura do algodão eram/são custeados pela AMPA/FACUAL/IMA. O restante do recurso é oriundo do trabalho do próprio PMA.

O PMA também tem interação com várias universidades do País e também com institutos internacionais, como o Instituto Internacional de Nutrição de Plantas (IPNI).

Ao longo destes 15 anos o PMA conduziu mais de 900 projetos de pesquisa. Sendo que em 2008 o PMA foi ainda mais ousado: implantou uma estação de pesquisa em sistema de produção. Até então apenas a EMBRAPA e Universidades conduziam trabalhos nesta área.

Não há relatos no mundo de empresas privadas que conduzam trabalhos de pesquisa nesta área de estudo com duração infinita.

Em 2011, o PMA criou mais dois novos projetos: Mecanização Agrícola e Agricultura de Precisão. Com o objetivo de expandir sua atuação e gerar ainda mais informações pertinentes sobre solos e outros fatores restritivos.

Isto é acreditar na agricultura deste país e comprometimento com o setor produtivo. Segundo o querido Dario Minoro Hiromoto, um dos criadores do PMA, este projeto é inédito no mundo. Cabe a equipe continuar dando razão a ele ao longo do tempo. Este é o desafio e o que move toda a equipe.



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pma@fundacaomt.com.br